SOC Agentic integrado ao Amazon Security Lake (OCSF v1.1) com ontologia formal RDF/OWL/SHACL como camada de restrições, correlação determinística multi-tier e Argus Quorum — onde nenhuma ação crítica executa sem votação humana autenticada.
iam:PassRole correlacionado a criação de política inline com permissões administrativas.
arn:aws:iam::...:role/DevSecOpsTemp)
Arquitetura 100% serverless acoplada diretamente aos serviços nativos de telemetria da AWS, operando com menor privilégio estrito e separação rigorosa entre triagem epistêmica e execução de ações.
A telemetria reside em Apache Parquet no S3 do cliente. Sem ingestão em storages caros de terceiros nem cobrança por gigabyte duplicado.
O agente conecta via STS AssumeRole com proteção contra Confused Deputy via ExternalId, restrito a consultas analíticas tipadas.
Camada formal de invariantes em arquivos .ttl que rejeita correlações impossíveis antes de qualquer decisão do supervisor.
Nenhuma mitigação roda sem votação humana autenticada com HMAC-SHA256. A IA gera apenas a proposta de ação; o humano aprova.
Projetado para eliminar alucinações perigosas e garantir auditabilidade absoluta em instituições financeiras e ambientes de alta conformidade.
Ingestão centralizada de telemetria AWS (CloudTrail, VPC Flow Logs, Route53, GuardDuty, EKS) normalizada nativamente no esquema OCSF v1.1. Armazenada em formato colunar Apache Parquet no S3 e catalogada via AWS Glue Data Catalog.
Modelagem formal do ambiente em RDF/OWL com validação estrita de formas SHACL. A ontologia opera como camada formal de restrições — não como "lei matemática" infalível —, bloqueando hipóteses que violem a lógica topológica da nuvem.
Cada evidência recebe classificação epistêmica imutável para impedir que especulações de IA contaminem laudos:
Votação humana com HMAC-SHA256 (voto autenticado e protegido em integridade). Constante arquitetural intransponível:
Agentes sugerem; somente operadores humanos autorizados votam.
Roteamento econômico de inteligência via Amazon Bedrock de acordo com a severidade do evento:
A inteligência artificial nunca gera código ou comandos de infraestrutura em runtime. O ciclo é estritamente controlado:
Em cibersegurança e compliance bancário, slogans vazios criam falsas sensações de segurança e riscos operacionais graves. Veja exatamente como posicionamos nossos limites de engenharia:
Nenhum modelo de IA tem autorização para aplicar mitigações destrutivas, isolar instâncias ou alterar políticas IAM sem aprovação de analistas no Argus Quorum. Agentes investigam e correlacionam em escala de segundos; humanos retêm a responsabilidade executiva.
Garantias absolutas de "zero alucinação" são matematicamente insustentáveis em modelos generativos. Nossa mitigação é arquitetural: isolamento em envelopes tipados EvidenceBundle, modelo epistêmico de 6 tiers e validação determinística de restrições via SHACL (.ttl).
Logs brutos recebidos da nuvem são tratados como dados não confiáveis. Eles nunca são concatenados diretamente em blocos de instruções do sistema do agente. Toda telemetria é serializada em campos de dados estruturados e validada contra contratos semânticos rígidos antes de qualquer avaliação de LLM.
O parâmetro sts:ExternalId não deve ser tratado como uma credencial secreta, mas sim como a salvaguarda canônica da AWS para prevenir que um terceiro induza o serviço multi-tenant a assumir roles de outros clientes. A segurança decorre da amarração estrita de políticas IAM e trust relationships.
O ArgusAegis foi desenvolvido de forma nativa para a nuvem da Amazon Web Services. Ele opera diretamente sobre a telemetria que sua organização já gera, sem a necessidade de manter clusters paralelos caros ou intermediários que quebram a cadeia de custódia.
Integração nativa com Amazon Security Lake, Athena, Glue Data Catalog, Lake Formation, AWS STS e Amazon Bedrock.
Seus logs permanecem sob sua total propriedade no formato aberto OCSF v1.1 em S3. Se decidir desligar o ArgusAegis, seus dados continuam legíveis por qualquer ferramenta analítica padrão de mercado.
Arquitetura aderente às exigências regulatórias do Banco Central do Brasil para segregação de funções, retenção de trilha de auditoria e governança estrita de processamento de dados críticos em nuvem.
Respostas diretas sobre governança, integração e arquitetura.
MODEL_AGENT_CANNOT_COUNT_AS_VOTER = True. Os agentes de inteligência artificial produzem exclusivamente uma ActionProposal. Essa proposta passa pelo Policy Engine e é submetida a uma sessão de votação onde apenas humanos com chaves autorizadas podem assinar votos com HMAC-SHA256. Somente após atingir o quórum necessário, o Executor Determinístico aciona as chamadas AWS pré-homologadas.
.ttl atua como uma camada formal de restrições semânticas. Diferente de regras estáticas de texto, ela valida as relações entre identidades IAM, VPCs, instâncias e permissões. Se um modelo de linguagem sugerir que um IP privado sem rota externa realizou um ataque de C2 via endpoint público, a validação de formas SHACL descarta a inferência como inconsistente antes que ela seja apresentada aos analistas.
sts:AssumeRole e ExternalId. O Argus QueryGateway só possui acesso para executar consultas de agregação no Athena sobre as tabelas catalogadas do Security Lake. O gateway de consulta não possui nenhuma permissão de escrita, exclusão ou alteração de recursos na sua nuvem.
Agende uma demonstração técnica com nossos arquitetos de segurança e descubra como integrar o ArgusAegis ao seu Amazon Security Lake sem fricção.