O ArgusProxy é um gateway Zero-Trust forense que vincula cada chamada de API a uma identidade provisionada por prova de posse criptográfica (P-256 ECDSA), impõe validação estrita de contratos OpenAPI de forma positiva e registra cada decisão em um audit ledger append-only assinado e encadeado por hash.
APIs que transferem capital não podem depender de tokens reutilizáveis ou de logs que podem ser alterados após um incidente.
Quem quer que obtenha um JWT ou API Key (via vazamento de logs, SSRF, memory scraping ou interceptação) pode apresentá-lo e assumir a identidade da vítima sem restrição.
Solução ArgusProxy:
Cada chamada requer uma prova de posse criptográfica (P-256 ECDSA) gerada localmente. O token capturado é inútil sem a chave privada de assinatura.
Registros convencionais de aplicação residem nos mesmos bancos de dados ou discos, sujeitos a manipulação por atacantes com privilégio elevado, insiders ou rotação acidental.
Solução ArgusProxy:
Audit ledger independente com hash-chain SHA-256 por ator e assinatura de nó. Qualquer linha alterada ou removida quebra a integridade matemática da cadeia.
Firewalls de segurança negativa dependem de assinaturas conhecidas (blacklists) e heurísticas reativas, deixando passar payloads que abusam da lógica interna da API.
Solução ArgusProxy:
Contract Enforcement Positivo: compilação em tempo real da especificação OpenAPI. Apenas parâmetros e tipos explicitamente declarados conseguem transitar.
Como o ArgusProxy se posiciona entre a borda perimetral e os sistemas bancários essenciais, estabelecendo uma barreira determinística de verificação e auditoria.
Recebe a requisição via canal seguro e valida a assinatura digital P-256 ECDSA, garantindo prova irrefutável de posse de chave pelo remetente provisionado.
Aplica cotas e rate limit estrito ancorado no ator criptográfico, impedindo exaustão de recursos independentemente da rotação de IPs de origem.
Verifica positivamente se cada parâmetro, tipo e campo corresponde à especificação OpenAPI declarada. Campos extras não autorizados são bloqueados.
Grava a decisão no audit log com encadeamento hash SHA-256 e assinatura de nó. Exporta o tx_hash para o SIEM para correlação imediata.
Recursos projetados especificamente para infraestruturas financeiras de alta criticidade e exigência regulatória.
P-256 ECDSA · Proof-of-Possession
Cada requisição é assinada criptograficamente pela chave privada do ator. O gateway valida a assinatura contra a chave pública pré-provisionada, eliminando riscos de tokens bearer reutilizados ou vazados.
SHA-256 Per-Actor · Merkle Anchors
Estrutura append-only onde cada linha armazena tx_hash, prev_hash e node_signature P-256. Qualquer supressão ou alteração quebra a sequência determinística do ator.
OpenAPI v3 Compiled Validator
Firewall de entrada de segurança positiva compilado a partir da especificação OpenAPI. Parâmetros estranhos, injeções de atributos ou discordâncias de schema são sumariamente descartados.
Per-Actor Semaphore · Anti-Spoofing
Semáforo de concorrência e quotas de requisição aplicados diretamente ao identificador do ator criptográfico. Imune a rotação de endereços IP, bypasses via proxy headers ou ataques distribuídos.
Splunk HEC · Elastic · Sentinel · CEF
Exportação contínua de eventos com tx_hash para o SIEM corporativo. O analista do SOC pode utilizar o hash transacional como pivô para reconstruir o estado forense exato.
Challenge-Response · Actor Binding
Asserções de matrícula com verificação de desafio-resposta, prova de posse de chave em hardware e vinculação rígida entre o ator da aplicação e o dispositivo/serviço autorizado.
Não usamos jargões inflados de marketing. Construímos segurança auditável com limites matemáticos e arquiteturais claros.
| O que NÃO Dizemos (Hype / Falsas Promessas) | O que o ArgusProxy ENTREGA (Engenharia Concreta) |
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"JWT e OAuth são forjáveis ou estão quebrados"
Crítica simplista e imprecisa sobre protocolos consolidados. |
"Tokens Bearer são portáteis — o ArgusProxy adiciona Prova de Posse (Proof-of-Possession)"
Qualquer bearer token pode ser reutilizado se interceptado. Nós vinculamos a autorização à assinatura P-256 individual por requisição. |
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"Ledger 100% à prova de adulteração (Tamper-proof)"
Nenhum sistema no mundo físico é estritamente à prova de qualquer adulteração física/lógica absoluta. |
"Audit log com detecção de violação (Tamper-evident) e cadeia de custódia independente"
Garantia matemática por hash-chain SHA-256 e assinatura de nó: qualquer exclusão, alteração ou reordenação é imediatamente provada. |
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"Substitui completamente o seu WAF perimetral"
Alegação desonesta que ignora camadas de mitigação de ataques volumétricos DDoS na borda. |
"Complementa a borda existente; assume o acesso de alta confiança e evidência forense"
O WAF limpa ataques genéricos na CDN; o ArgusProxy custodia chamadas autenticadas que realizam débitos, transferências Pix e consultas financeiras. |
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"Conformidade e compliance automáticos garantidos"
Conformidade regulatória envolve processos corporativos, políticas e pessoas, não apenas software. |
"Evidências técnicas auditáveis para atender Resoluções BCB 85/2021 e CMN 4.893/2021"
Fornece o substrato criptográfico irrefutável exigido por auditores e peritos do Banco Central em caso de auditorias e incidentes. |
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"Assinatura digital via HMAC-SHA256"
Erro conceitual: HMAC é simétrico, não constitui assinatura digital assimétrica. |
"P-256 ECDSA para assinatura assimétrica; HMAC para votos autenticados em integridade"
Precisão criptográfica estrita: não-repúdio via ECDSA com chaves assimétricas separadas por ator. |
Projetado para entidades que movimentam valores e operam sob escrutínio contínuo do Banco Central do Brasil.
Pix SPI/DICT · Open Finance · BaaS
Instituições de Pagamento (IP), SCDs, SFIs e Neobanks que processam mensagens no SPI do Banco Central e expõem interfaces de iniciação de pagamento no ecossistema Open Finance.
TPPs · PSPs · Gateways Parceiros
Plataformas que expõem APIs para dezenas ou centenas de parceiros comerciais, onde um vazamento de credencial em um parceiro não pode colocar em risco o core financeiro da instituição.
Pagamentos · Consentimento · KYC
Operações bancárias onde a alegação de "não-repúdio" é mandatória para fins cíveis e criminais: autorizações de transferências vultosas, alterações cadastrais críticas e concessão de consentimentos LGPD.
O ArgusProxy foi concebido sobre a máquina virtual BEAM (Erlang/Elixir), garantindo concorrência massiva por processos leves, latência determinística sem pausas imprevisíveis de garbage collection e recuperação automática contra falhas.
# Instalação: pip install argusproxy-client
from argusproxy import ArgusClient
# Inicializa o cliente com o par de chaves P-256 provisionado
client = ArgusClient(
actor_id="tpp-fintech-br-8492",
private_key_path="/etc/argus/actor_private_p256.pem",
gateway_url="https://gateway.seubanco.com.br"
)
# Cada requisição é automaticamente canonicada e assinada com ECDSA
response = client.post(
route="/api/v1/pix/outbound-transfer",
json_payload={
"end_to_end_id": "E18236120202509262045ab",
"amount": 12500.00,
"target_key": "pix@empresa.com.br"
}
)
# Retorno garantido com hash forense da transação
print(response.status_code) # 200 OK
print(response.headers["X-Argus-TxHash"]) # 8e4b7c...
Dúvidas comuns sobre arquitetura, latência, integração e perícia forense.
audit_ledger contém o prev_hash da transação anterior daquele mesmo ator, o número sequencial estrito (actor_seq) e a assinatura da chave privada do nó gateway (node_signature). Se uma linha for deletada, há um salto na sequência; se um byte for alterado, o hash falha em toda a cadeia subsequente. Além disso, raízes Merkle periódicas são exportadas para ancoragem externa imutável.
requests, httpx). O SDK carrega a chave privada do ator, assina a chamada transparentemente e anexa os cabeçalhos criptográficos exigidos. Para parceiros externos sem SDK, o gateway aceita requisições assinadas em conformidade com o padrão aberto P-256 documentado.
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